How I Became a God
Capítulo 2 - O treinamento perigoso
A vida é tão irônica...
às vezes morar numa casinha na floresta pode ser melhor a morar num a mansão
luxuosa. Talvez, o que dê graça à vida é a falta de realização do prazer, ou a
exclusão dele.
Haviam várias
paisagens encontradas em Visken, mas, a mais completa seria Reaven. Era uma
floresta linda, com rios brilhantes, árvores altas e frutíferas e montanhas
altas e verdes.
Os peixes eram
diversificados, então, haviam vários tipos distintos. Os rios perto da estrada
principal eram os mais fáceis de os encontrar, e era isso que duas pessoas
faziam, um pai e um filho. O pai se chamava John, e o filho, Mike.
Um dos mais raros
tipos de peixe, o peixe branco-rosa, estava correndo ao máximo para se
alimentar naquele frio rio. Para sua má sorte, sua presa era a isca de Mike.
Mais tarde, sem dó, o peixe foi queimado para o almoço (NT: R.I.P. peixinho
;-;).
Mike Utherson Rhoodes,
este era o nome do filho. Sua aparência era bem rara naquele mundo; cabelos negros,
olhos vermelhos. Cerca de menos de 2% da população possuía cabelos negros, e
sobre a combinação de cabelos negros com olhos vermelhos, quase impossível de
se encontrar.
Sobre eles, acredite
se quiser, eles vêm sobrevivendo na floresta por anos. Diferente de pessoas
normais, eles não têm mercado para comprar comida, nem guardas para os
proteger.
Seu pai, John,
acabou ganhando uma casa lá anos atrás. Foi com uma forma bem gentil e
merecedora. Durante sua sobrevivência, ele encontrou um comerciante morrendo,
no meio da estrada.
Em Visken, os
caminhos são longos e bem curvados, pois eles fogem das florestas, que são os
locais onde as bestas selvagens vivem. Ou seja, enquanto você poderia demorar
cinco minutos para ir a um local, você demora mais de uma hora seguindo o
caminho seguro, passando longe das florestas. Mas, caso queira ir bem mais
rápido, porém mais perigoso, há os atalhos, que passam pelas florestas.
Muitos comerciantes
são ousados e pegam atalhos, o que pode leva-los à morte. E o comerciante que
John encontrou tentou a sorte num atalho, o que resultou numa possível morte.
John o ajudou,
curando-o com alquimia. Mais tarde, descobriu que o comerciante era rico, e
este mandou construírem uma casa simples, mas confortável. Assim, John e Mike
começaram a viver na nova casa.
Eles passaram anos
caçando e procurando comida. A casa foi construída ao lado de um rio, então
água nem era mais um problema. O único perigo que ameaçava a sobrevivência eram
as bestas, de níveis acima do cinco, o que poderia sim ameaçar a sobrevivência
deles.
Para esse problema,
John tinha uma solução. Ele não era um mago, nem guerreiro, mas sim alquimista.
A floresta era o ambiente perfeito para ele criar suas invenções e poções. Uma
das formas de escapar desses animais, e até mesmo caçá-los, foi criar poções
com um cheiro que atraía as bestas, e colocar essas poções encima de
armadilhas. E, por ele sempre colocar várias longe de casa, nenhum animal
chegava lá, já que se passava pelo caminho, seria seduzido pelo cheiro da
poção.
Uma forma menos
perigosa, e mais limpa, era ir pescar. John amava ir pescar, então, além de se
alimentar, ainda melhorava seu humor. Porém, Mike, seu filho, odiava ir pescar.
Nessas horas, ele o deixava em casa.
Perto dos cinco anos
de Mike, John teve uma surpresa. Quando chegou em casa, após uma longa pesca,
ele viu seu filho meditando. O pior de tudo é que ele nunca o ensinou a
meditar. Algumas vezes John até meditava para acalmar a mente e relaxar o
corpo, mas nunca disse como que fazia, nem uma única vez. Pior ainda, até mesmo
ele, uma pessoa sem magia, podia sentir as vibrações que seu filho transmitia.
Nem John sabia como meditar assim, fortalecendo os núcleos de Ki e de mana! Era
incrível a sensação que congelava sua espinha, e que ao mesmo tempo, aquecia
seu coração.
“Incrível...”, John
se surpreendia.
Ele parou para pensar
sobre as atitudes para o filho. Ele nunca o ensinou a pescar, nem cozinhar, nem
caçar, nem meditar. Todas essas habilidades, e mais algumas, foram aprendidas espontaneamente,
apenas olhando e repetindo.
Acabou que os passos
dele quebraram a concentração do menino, que ali suava e suspirava, com uma
simples meditação.
“Ah pai, você chegou!
“
John não era seu
pai legítimo. Ele apenas um homem que o encontrou, e o salvou da morte. Desde
então, na floresta, eles vivem juntos. Quando ele o encontrou, Mike tinha
apenas semanas de vida.
Com essa recepção incrível,
seu pai colocou-lhe uma meta, um treinamento. Compreendia em tirar 16h do dia,
e deixar as 8h restantes para o sono. Ele tinha fé em seu filho, então deu um
desafio de morte para qualquer menino de sua idade: seu filho só teria acesso aos
arredores da casa após sobreviver por 16h na floresta. Junto do desafio diário,
ele todo dia lhe dava uma poção de um gosto bem amargo e ruim, chamada elixir,
um de nível 3.
Elixires são poções
mágicas que aumentam a eficiência de qualquer treinamento. Há 5 níveis de elixires:
dos níveis 1 ao 5. O nível 1 = 10% de
resultados, 2 = 25%, 3 = 60%, 4 = 100% e 5= 200%. E esse era um dos inúmeros
motivos que as famílias nobres são sempre as mais fortes, pois possuem dinheiro
para comprarem infinitos elixires de níveis altos.
Apenas alquimistas de
alto nível, de no mínimo ranking C, poderia ao menos fazer um elixir de nível
um. Pensando por este lado, John já era um mestre de alquimia, podendo ser considerado
um veterano, de no mínimo ranking B, podendo chegar até mesmo a ser perto de um
A.
As classificações
para determinar a força de alguém, em qualquer característica, é o sistema denominado
“ranking”, que se começa ao F, e termina no A. Em alguns casos de pessoas lendárias, insanamente fortes, o
ranking “S” também é aceitável, pois abrevia “super ranking”.
Segundo os
pensamentos de John, se Mike encarasse a sobrevivência em primeira pessoa, sem
ajuda, ele provavelmente desenvolveria seu instinto. Tiveram alguns
acontecimentos que Mike realizou impecavelmente sem pensar, apenas com o extinto,
por isso que John estava tão certo de que o instinto, no caso dele, seria
melhor que a tática (copiar os movimentos e ações do John também era instinto,
pois foi natural e sem pensar).
Para Mike, o
primeiro dia fora muito tranquilo. Ele costumava a passear por lá o dia todo. A
única coisa que mudou fora que ele não poderia mais pedir ajudar de seu pai,
nem receber comida, ele teria que fazer tudo por si mesmo, e isso foi um ponto
bem marcante.
Bem inexperiente,
após o primeiro dia ele chegou em casa faminto e sedento, pois não conseguira
nada fazer para comer, nem mesmo achar uma árvore frutífera. Pelo menos, de
certa forma, ele emadureceu um pouco
(NT: para uma pessoa ficar mais madura, mesmo que só um pouco, em apenas um
dia... Bem, ele não apenas sentiu medo de encontrar algo que o matasse, mas encarou
sua própria vida independente, como que seria sem ninguém para ajuda-lo, e só
de saber que não viveria um dia sem seu pai para ajuda-lo, já fez com que
ficasse mais esperto).
John percebeu que
Mike havia pego um resfriado, e que poderia progredir para uma futura gripe. Ele
o tratou com medicinas durante a noite toda. Porém, quem realmente precisava de
ser tratado era o pai. Recentemente, ele começou a sentir fraquezas, e até tombos
súbitos aconteciam, nos quais alguns ele perdia total controle das pernas. Mas
se reerguia, e tentava esconder tudo de Mike.
Nesse ritmo, o
garoto não aguentaria nem uma semana desse treinamento. Mas, John tinha uma fé
inabalável, pois ele viu uma coisa especial que poucos viram, ele viu, um dia,
os olhos frios de um assassino imparável naquela criança, mesmo ela sendo tão
sorridente e feliz. Ele, em um momento de vida ou morte, teve o olhar de um
assassino que congelaria qualquer um com medo, e, junto desse tal olhar, uma
ação impossível para um humano, da qual preferia manter em segredo. Ele
preferia esquecer sobre esse lado oculto ainda não visto em seu filho, que viu
apenas uma vez.
O filho acordou
muito suado, e com seu pai debruçado aos pés da cama. A julgar pelo tanto de
frascos que ali tinha, ele possivelmente tinha pego um resfriado nesse treinamento.
“Obrigado, pai. ”
Como um filho responsável
que segue as dicas do pai, como um guerreiro que sempre volta para a batalha em
procura da evolução, Mike voltou à floresta. Dessa vez mais preparado, com uma
faca pega emprestada. Caso quisesse água, ele poderia cortar galhos, fazer uma fogueira,
pegaria seu copo de pedra e colocaria a água a ferver. Caso quisesse comer,
treinaria correr sob os galhos das árvores, assim procurando frutas e ao mesmo
tempo evitando o chão, o local onde bestas poderiam esperar por suas presas.
Somente havia uma
coisa que não estava preparado: encontrar uma besta e ser visto por ela.
Certamente, seriam raposas e lobos os mais presentes lá, e ao menos que não suba
numa árvore, ele não pode disputar corrida com eles. Afinal, Mike tinha feito
seis anos apenas dois dias atrás, um dia antes de começar seu treinamento.
Ele demorava vinte
vezes mais passando de árvore em árvore que andando, pois só tinha um dia de
experiência com isso. Porém, compensaria mais ser mais devagar e continuar vivo,
que ir rápido e terminar... morto.
Mike não sabia o
motivo que seu pai não o deixava continuar lá de noite. Mas ele apenas sabia
que tinha um motivo, e que se seu pai não gostaria que ele ficasse lá, é porque
seria muito perigoso.
Quando pensou nisso,
se deparou com uma certa dúvida.
“Para onde que é
minha casa...? “
Ele definitivamente
havia se perdido entre aquela floresta que se colocava a anoitecer. O pôr-do-sol
já estava acabando.
“De qualquer forma,
não deve ser tão ruim assim. Afinal, eu só não poderei ver direito, o que se
resolveria com uma tocha. “
Fez uma luz bem
desajeitada. Pegou dois gravetos e fez um pequeno fogo. Logo pegou um maior e o
incendiou. Era uma madeira bem
resistente, então, mesmo a madeira pura demoraria para pegar fogo por completo,
portanto, ele poderia usá-la como tocha.
Devido à posição da
lua, deveria ser umas nove horas da noite. Foi quando ele ouviu o primeiro uivo
de um lobo. Foi muito assustador, rápido e desesperador. Desde então, a cada
cinco minutos ele ouve uns uivos, e cada um cada vez mais se aproximando dele.
Uma vez ouviu falar
de seu pai que os animais tem medo do fogo, e, melhor que queimar a floresta
inteira, ele pegou uns galhos e fez uma fogueira. Parado em apenas um lugar, no
chão, foi mais assustador que pensou. Preferia ficar encima de um galho, apenas
esperando o tempo passar, mas decidiu que se ficasse parado em um galho, ele
quebraria, e que se ele continuasse a andar por eles, alguma hora ele iria
encontrar os lobos. Pode não parecer, mas não foi tão uma escolha tão ruim; foi
o que pensara antes de ver um lobo em sua própria visão.
À sua frente, nas
sombras, a luz da fogueira revelou pouco a pouco o semblante de um lobo. Ele
reagia à fogueira, rosnando para ela, mas não demonstrava medo. Este uivou, e
pouco a pouco, Mike começou a ouvir passos de outros lobos, o cercando.
Certamente, o perigo
era eminente. O lugar que ele fez a fogueira foi perto de uma árvore, mas, não
poderia escalá-la, pois, caso fizesse algum movimento bruto de fuga, provavelmente
os lobos o atacariam antes de terminar de subir a árvore.
Rapidamente,
pensando pouco e deixando seu instinto guia-lo, ele pegou uma lenha da fogueira
e jogou para perto da árvore, fazendo com que os lobos perto dela recuassem.
Porém, os lobos mais distantes atacaram, mas não chegaram à tempo, ele já havia
pegado uma altura decente.
De pouco a pouco ele
passava de galho. Ele estava quase desmaiando de medo. Imagine pouca luz, nada
além de uma tocha que já estava quase se apagando, e embaixo de você, na base
da árvore, lobos famintos tentando escalá-la para te devorarem, essa era sua
situação.
Quando a lua chegou
ao céu total da noite, ao seu ponto mais alto, os olhos dos lobos se tornaram
vermelhos, pareciam feitos de sangue. Como se já não bastasse sobreviver por
três horas àquela situação, os lobos ainda se tornaram mais ágeis, fortes e
famintos.
Houvera um lobo que
pegou um grande impulso e, com precisão, correu até uma certa altura da base, e
então pulou. Sua boca, por incrível que apareça, atingiu um galho de uma árvore
de dois metros e meio.
Ficar mais se
protegendo usando altura como vantagem não funcionava mais. Se descesse, eles
correriam mais rápido que ele. A única escolha foi subir mais na árvore. Até
ocorreu a ideia de que se caísse de um lugar mais alto seria seu fim, mas não
tinha escolha.
Visto que já estava
na altura mais alta possível, e os lobos ainda conseguiam o alcançar, ele teve
que acelerar. Foi no próximo galho que ele pisou em falso. Antes de cair, ele
conseguiu impulso na ponta do pé para alcançar um galho mais baixo. A
aterrisagem foi rápida, mas com sucesso, exceto por ter sentido uma dor imensa
no pé direito e sua faca ter caído durante o ato.
Quando foi passar de
galho, percebeu que seu pé não respondia como queria, que provavelmente teria o
deslocado durante a aterrisagem. Como resultado, caiu no chão. A altura já não
era tão problemática, mas os lobos sim.
Como esperava, um
lobo já estava com suas presas prontas para comê-lo. Mike pôs sua mão na
frente, tentando se defender, e o lobo se preparou para arrancar sua mão.
O lobo já tinha
posto toda sua boca na mão direita do Mike e, se fechasse a mandíbula, já arrancaria
seu pulso. Pensou Mike que estaria sem saída, que sua morte já estava lá, que
não tinha como fugir. No último segundo, no último instante de vida, o pensamento
de sobrevivência veio. Geralmente, uma pessoa normal daria sua mão naquela
situação, para que assim consiga fugir. No caso de Mike, seu instinto gritou e
agiu rapidamente. Antes do lobo arrancar seu pulso, o menino agarrou sua
língua, e, com suas unhas já um pouco grandes, apertou com toda sua força. O
lobo recuou, e sua mordida não foi completa. No momento, sua mão estava
inteira, e era isso que importava. Ele não tinha a crueldade para quase arrancar
uma língua dessa forma, mas, infelizmente, o desejo de sobreviver era maior que
o desejo de não ferir nenhuma criatura.
Logo, se levantou
antes que os outros lobos, que estavam mais longe, chegassem até ele. Durante a
longa corrida quase sendo pego, ele sentiu um cheiro muito forte e fedorento.
Como não sabia para onde ir, pensou que poderia ter sido um sinal de seu pai,
já que Mike não voltou para casa antes do anoitecer.
Às custas, ele conseguiu
chegar até o local, mas não viu nada. Ao olhar para o chão, percebeu que havia
uma linha que cortava a grama, formando um enorme círculo. Pareceu que o chão
cairia, então pulou até a outra ponta. Quando os outros três lobos, que estavam
o perseguindo, passaram pelo círculo, o chão caiu, revelando um poço sem água
gigante. Os lobos caíram e morreram. Na parede do poço, havia uma escada.
Certamente era um dos locais que seu pai pegava carne.
Agora, com os lobos
fora de alcance, ou melhor, três mortos e um incapaz de continuar a caçada,
Mike já estava livre de perigos. Já eram mais ou menos uma hora da manhã.
Olhando aos arredores
daquela armadilha, ele reconheceu o local. Ele já fora lá uma vez antes, montá-la
com seu pai. Se ele não estivesse enganado, era ao oeste de sua casa, então,
seguindo essa lógica, ele foi seguindo pelo caminho que achara que fosse.
Após meia hora de
caminhada normal, ele finalmente avistou sua simples casa. Ele nunca ficou tão
feliz ao ver a casa. Ficava imaginando como seu pai iria reagir ao vê-lo cheio
de sangue, com feridas em todo o corpo (NT: Ele não foi mordido pelos lobos,
mas as batidas que teve, as escaladas nas árvores que ralaram a pele, a junta
do pé deslocada, tudo isso conta como machucado e ferida, certo?).
*****
John acordou no meio
da tarde. Percebeu então que, o filho, corajosamente, foi cumprir o desafio que
ele mesmo propôs. Mas que, também, seria bem mais perigoso. No primeiro dia, o
pai havia tirado os animais selvagens da área, e naquele dia, por não ter
dormido durante a noite, acordou muito tarde, e não tinha mais como tirar os
animais da área.
O tempo foi passando,
e foi anoitecendo. Já havia dado mais de sete horas, e seu filho ainda não
tinha voltado. Ele tinha certeza que ele havia ficado perdido naquela floresta
imensa.
O tempo foi passando
mais e mais e o filho não aparecia.
“Já são meia noite.
Se ele tiver encontrado algum animal selvagem, ele estará com chances
altíssimas de morrer. Mas.. eu não sinto como se ele fosse morrer. Sempre que
algo ruim fosse acontecer na minha vida, eu me sentia triste no dia, caído, com
uma dor inexplicável. Entretanto, dessa vez eu estou calmo, tranquilo e
confiante. E mais, eu realmente quero ver o potencial daquele garoto.. eu
entendo que fazendo isso eu estarei sendo um péssimo pai, mas eu quero vê-lo
crescer, e se eu livrá-lo de problemas, ele nunca vai aprender a resolvê-los.
Dói não poder ajuda-lo, mas também eu quero ver seu potencial, o potencial que
eu vi anos atrás, quando você ainda era um bebê. Eu quero ver.. E, também,
quero que esteja bem, que esteja com Deus. Que eu ainda seja perdoado por
isso... ”
A lua ficou
vermelha. Era o ápice de todas criaturas envolvidas com as sombras.
Em Visken, a lua, de
meia noite até o amanhecer, a lua tornava-se vermelha. A história por trás disto
é meio confusa e complicada, então lá vamos lá:
(NT: Resumo T_T, a
história completa de tudo ainda será explicada nos livros e pergaminhos). Antigamente,
havia um semideus, chamado Yashiro Aksus, um filho bastardo e desprezado, que
futuramente se tornaria o famoso “God Slayer”, devido aos deuses que o
escravizaram.
Após ser torturado
por anos, e também escravizado, ele se rebelou, e com um poder desconhecido,
começou a se vingar de todos os deuses que o desprezou.
Um dia, a filha da
Lua, que sabia que era uma das responsáveis pela morte de cada membro da
família de Yashiro, decidiu fugir para a terra, tentando se esconder dele.
Porém, mal sabia que, sendo o God Slayer um semideus, ele já havia se
aventurado por muitos lugares da terra, e que a passagem do céu para a terra
não era uma coisa desconhecida.
Descobrindo este fato,
Yuna, a filha da Lua, decidiu lutar ao céu, à meia noite, usando todo o seu
ápice de seu poder. Ela, com o poder da lua cheia, era mais forte do que qualquer
deus. Ela contava com sua vitória implacável, e mais, além de ter o poder da
lua, que por si só já a fazia ser mais forte que qualquer deus, ela ainda podia
contar com a ajuda de Deus, que fornecia um pouco de mana e ki celestial (o
deus dos deuses, ou o Deus da nossa religião atual).
Infelizmente, a foice de Yashiro penetrava por qualquer defesa.
Com sua técnica brutal e rápida, Yuna fora decapitada à frente da lua, e também
de sua mãe, que de longe tudo observava.
Os céus não puderem
acreditar nisso. Em sua forma mais forte, foi facilmente derrotada. Obviamente,
haviam os deuses que participavam do exército particular de Deus, e eles eram
bem mais fortes que ela, mas, ela superava qualquer deus normal.
Desde então, a Lua
fez com que a lua se tornasse vermelha à meia noite até o amanhecer (se for lua
cheia, porque se não for, a lua continuará branca), como forma de se lembrar
dos últimos momentos de sua filha. A raiva que sua mãe sentiu, e que a própria
Yuno sentiu, inspira e fortifica as criaturas das sombras, como animais selvagens,
monstros, demônios e pessoas com o elemento da escuridão. Dizem que a cor da
lua não é simplesmente uma energia normal, mas a energia do sangue divino de
Yuna.
John ficava cada vez
mais preocupado com o bem-estar de seu filho, que poderia morrer facilmente, ou
melhor, tinha quase 100% de morrer para um menino de seis anos, sem nenhum
equipamento nem conhecimentos mágicos, muito menos nem sabe lutar.
Após esperar um
pouco mais de uma hora, ele ouvira passos pesados perto de sua casa. Era pouco
possível que fosse um monstro, mas menos possível ainda que fosse seu filho.
Ao olhar, teve a
impressão de ver uma criatura das trevas, rodeada de sede de sangue. Pegou sua
katana com veneno. Ele podia ser um péssimo espadachim, mas seu veneno era
mortal. Principalmente já que ele pegou um veneno da luz, mais eficaz contra as
sombras. Bastava apenas um único corte que a criatura já iria sucumbir, a menos
que seja de ranking B ou superior.
Quando ia ataca-la,
algo o interceptou.
“Pai? ”
Ele parou seu ataque.
Viu que por detrás daquela névoa, quem estava era seu filho, que por algum
motivo, emanava aquela energia. Obviamente, ele não esperava que ele voltasse
com boas vibrações, afinal, acabara de testemunhar a morte, mas aquele tanto de
energia ruim era excessivo. Era como se seu deus fosse um deus assassino (NT:
sobre isso, eu explicarei mais tarde na história).
Eles entraram dentro
de casa. E, após longas horas de meditação para o filho controlar a energia que
dele estava emanando, o ambiente já ficou normal.
“Por que os lobos
ficaram com olhos vermelhos? ”, perguntou o filho, se tremendo apenas por ter
lembrado dessas más memórias.
O pai explicou tudo
que expliquei mais tarde (NT: Eu poderia ter escolhido explicar a história
aqui, e não lá, mas bom, falar de uma coisa, e não explica-la, faz mal aos curiosos
=P, e também até mesmo eu citei de algo que o filho dele fez, sem falar o que
ele fez, e bom, isso certamente irritou muitos, fora que também teve a parada
dos deuses, de o Mike ter sido escolhido por um assassino, mas espera ae galera,
tudo será explicado na hora certa :d).
Os dois já estavam
tranquilos, e naquele dia, o filho dormiu no quarto do pai.
“Filho, você fez bem
hoje. Estou realmente muito orgulhoso de você! ”
O filho corou um
pouco.
“Obrigado, pai. ”
Enquanto isso, o pai
secretamente tirava suas conclusões.
“Ele realmente tem
aquele poder maligno dentro dele... Como pode uma pessoa tão bondosa ser
escolhida por um deus tão mal...?”
Fim do 2º capítulo.
Obs: ainda trarei as notas do capítulo.
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